Algo pior do que ir a uma reunião em busca de patrocinio, cair na frente do gerente de eventos, torcer o pé e ao entrar no palco descobrir que não serve para o evento que vc pretende???
Ainda tentando acreditar que pode-se confundir um cadáver com decoração de Halloween após 5 dias.....
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1344407-6091,00-HOMEM%20MORTO%20E%20CONFUNDIDO%20COM%20DECORACAO%20DE%20HALLOWEEN%20NOS%20EUA.html
terça-feira, 20 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Ciberespaço, cibermundo, cibervida....
Ninguém existe mais na internet se não estiver nas listas de relacionamentos das redes de amizades populares como facebook ou twitter. Estar só no orkut é muito pobre. Hoje, tem que se estar conectado a todos, explanar os pensamentos e além disso, ter sua fazendinha particular, onde em 10 minutinhos, você consegue prosperar e ganhar + coins! Planta-se batata, abóbora, arroz, compra-se animais - e tem-se o lazer de 15 minutos, sem precisar sair da frente do computador. Viciante.
E o pior, é que vão aparecendo mais e mais joguinhos. E vc vai na onda.
Eu desisti. E persistirei nesta desistência!
Engraçado como as coisas mudam entre épocas. Em um artigo que li a pouco sobre ciberespaço, usuário e os sistemas IHC ( interação humano computador) havia uma citação de que hoje, ao contrário de épocas de reinado da mídia impressa, o conteúdo e valor historico não é calculando mais em tempo, e sim em espaço.
Isso porque, tudo está mais rápido, em tempor real e mudando constantemente. A notícia hoje, de que na Australia um bebe saiu ileso depois de ser atropelado por um trem - noticiada pelos jornais nacionais da band e globo, já estava velha, as 20:00hrs, pois imediatamente após o ocorrido, a notícia já estava disponivel na internet a uma velocidade, quase real as 10 da manhã.. Quando sair na Veja de domingo então - nem reação mais caberá aos leitores. Já passou.
Enquanto estou escrevendo aqui, páginas mil estão sendo incorporadas ao espaço virtual e consequentemente, na próxima busca, haverão mais opções disponíveis, mais soluções para os problemas que o virtual mesmo cria para a realidade. Ou para a realidade de cada um, individual.
As redes de relacionamentos são importantes, mas há que se ter cuidado. Muita interação também faz mal a sáude. O distanciamento social criado pela rede é um tanto significativo. Esses tempos vi nas animações para recado, o "café". Ou seja, "fica sempre no combinado, a gente nunca se encontra; estou te mandando um café via scrap" (com direito a musiquinha, estrelinhas e, como dizia um professor meu, viadagem.
E lá se vão os passeios, os encontros, os papos ao vivo. O mesmo acontece com os aplicativos embutidos. É muita ferramenta e a net acaba traiçoeira.
E falo isso, com conhecimento de causa, pois ultimamente o trabalho, a cultura, o lazer e os relacionamentos de amizade tem acontecido dentro do meu macbook, com intervalos pequenos para sobrevivencia biológica...
Vou pular antes que eu fique presa de vez. Voltar ao necessário somente e interagir com minha vida real. To precisando.
E o pior, é que vão aparecendo mais e mais joguinhos. E vc vai na onda.
Eu desisti. E persistirei nesta desistência!
Engraçado como as coisas mudam entre épocas. Em um artigo que li a pouco sobre ciberespaço, usuário e os sistemas IHC ( interação humano computador) havia uma citação de que hoje, ao contrário de épocas de reinado da mídia impressa, o conteúdo e valor historico não é calculando mais em tempo, e sim em espaço.
Isso porque, tudo está mais rápido, em tempor real e mudando constantemente. A notícia hoje, de que na Australia um bebe saiu ileso depois de ser atropelado por um trem - noticiada pelos jornais nacionais da band e globo, já estava velha, as 20:00hrs, pois imediatamente após o ocorrido, a notícia já estava disponivel na internet a uma velocidade, quase real as 10 da manhã.. Quando sair na Veja de domingo então - nem reação mais caberá aos leitores. Já passou.
Enquanto estou escrevendo aqui, páginas mil estão sendo incorporadas ao espaço virtual e consequentemente, na próxima busca, haverão mais opções disponíveis, mais soluções para os problemas que o virtual mesmo cria para a realidade. Ou para a realidade de cada um, individual.
As redes de relacionamentos são importantes, mas há que se ter cuidado. Muita interação também faz mal a sáude. O distanciamento social criado pela rede é um tanto significativo. Esses tempos vi nas animações para recado, o "café". Ou seja, "fica sempre no combinado, a gente nunca se encontra; estou te mandando um café via scrap" (com direito a musiquinha, estrelinhas e, como dizia um professor meu, viadagem.
E lá se vão os passeios, os encontros, os papos ao vivo. O mesmo acontece com os aplicativos embutidos. É muita ferramenta e a net acaba traiçoeira.
E falo isso, com conhecimento de causa, pois ultimamente o trabalho, a cultura, o lazer e os relacionamentos de amizade tem acontecido dentro do meu macbook, com intervalos pequenos para sobrevivencia biológica...
Vou pular antes que eu fique presa de vez. Voltar ao necessário somente e interagir com minha vida real. To precisando.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Resposta a um dos milhares de emails terroristas sobre H1n1
Acho que todos temos, e devemos nos cuidar. Mas todo este alarde já é demais.
Gente, se informem.
Esse papo de que as autoridades não querem divulgar e tal, é puro sensacionalismo. E sem razão, sem sentido.
Antes de enviarem este tipo de email, pesquisem, vão atrás do que realmente está acontecendo. Tenham responsabilidade. Pode ser que a pessoa que receba seja muito sensível a este tipo de coisa e já vai colocar coisas terríveis na cabeça.
Não morreram 115 pessoas de H1n1 no Hc. Mentira. Nem 12 médicos.
Fonte mais segura, de quem trabalha lá e está todos os dias administrando ambulatórios e convivendo com isso. Funcionários ficaram doentes sim, mas já se recuperaram. Não são todas as gestantes que pegam a doença que morrem.
Hoje inclusive, dia 08/08, no globo on line saiu uma reportagem sobre dicas e depoimentos de gestantes que pegaram a gripe e se recuperaram.
Há mortes sim, como há todos os anos, com gripes sazonais e outras doenças aparentemente fracas. O vírus tem maiores complicações sim! Mas ainda mata menos que a gripe normal. Se forem ver os números, vão ver que teve gente nesse tempo que morreu de gripe normal tb!
Há grupos de riscos: Gestantes, idosos, pessoas imunodeprimidas, crianças menores de dois anos, ou pessoas com complicações cardiorespiratorias pré existentes.
Como que não querem que haja pânico, com informações exageradas e desencontradas?
Gente, vamos nos acalmar. Nos prevenir. E não misturar a realidade com uma ficção não desejada por ninguém.
Esta situação me lembrou e muito quando o Virus da Aids começou a aparecer para a população. Lembro muito bem da reporter no hospital em reportagem, com o chão inteiro forrado com pláticos e materiais para não se pegar hiv. Há pouco mais de 20 anos atrás.
Desinformação, alarde e antecipação. Imagine como sofreram as pessoas que estavam doentes.
segue um link com informações que acho bastante importantes.: http://www.youtube.com/watch?v=MVxYpIyZ3Po&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Ehc%2Eufpr%2Ebr%2F&feature=player_embedded
POdemos entrar em calamidade? Sim, podemos! E isso não é o fim do mundo, e sim uma medida radical para acabar com a doença.
Alguém está imune? Não! a não ser quem já pegou a doença, que está imune a esta mutação.
Mas nos desesperar não vai adiantar.
Para isso nao acontecer, precisamos nos cuidar e cuidar de nossa familia. Vamos agir. Somos humanos e capazes, principalmente de nos curar de qualquer praga que nos assole.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Auto-ajuda
Incrível como sobem aos pódiuns literários os famosos "auto-ajuda". Hoje, enquanto fazia compras, passei pela sessão de literatura e espantei-me com o fato de que do décimo ao primeiro lugar, dos mais vendidos, está este gênero que promete macetes para tornar sua vida mais "fácil".
Como vencer na vida, como emagrecer, como melhorar profissionalmente, como entender-se melhor, como, como, como.....
Bobagem!
Claro que podemos tirar lições de histórias de sucesso ou até mesmo fracassadas. Mas levar como regra certas atitudes que alguém construiu para si me parece um tanto inadequado.
Somos diferentes. E ninguém pode ajudar outro a encontrar a si próprio. Isso é tarefa individual. As emoções não são iguais para todos.
Com frequência vejo pessoas que falam frases prontas e que agem de forma totalmente programada, pois leu-se em algum lugar que esta ou outra postura fará com que se destaque dos demais.
Perdeu-se a importância da espontaneidade. As pessoas dificilmente dizem hoje o que pensam, mas sim o que acham que o outro quer ouvir, levados pelas dicas de convivência "pacífica".
"Se você acredita que é um vencedor, você será." Será?
Acreditar, imaginar; está a uma certa distancia de realmente fazer. Conheço muitas pessoas que acham que são ou que acontecem, mas se perderam na construção traidora de suas mentes. E sempre se acham na sua razão. Claro - na sua.
A ação é muito mais importante. Acreditar é essencial sim, mas só isso não basta. E não é um manual comercial, vulgo best seller, feito por alguém muito sábio, que se aproveitará da vulnerabilidade do leitor - este que é humano e sempre terá uma necessidade - que vai mudar algo em nossas vidas, se isto não for de própria vontade. E isso é uma luta pesada, pois a realidade nos traz surpresas que nem sempre são encontradas no índice remissivo.
Talvez por isso, os mais velhos sejam poços de sabedoria. Não havia em suas épocas auto-ajuda. Aprendia-se na raça mesmo.
Pena. As prateleiras deram lugar a um conteúdo que penso não acrescentar em nada culturalmente. Nada melhor que um romance, pra se ler relaxado e viajar nas páginas, criar os cenários descritos dentro da mente, sentir a vida dos personagens.
A luta do dia a dia enfrenta-se na prática. E até hoje não vi escola pra isso.
domingo, 5 de julho de 2009
Bye!
Depois de muito tempo, volto a escrever. E de luto.Me rendi `as inserções da mídia. Aos vídeos do Youtube.
Lembro que quando era pequena, adorava dançar Thriller. Tive uma infância embalada ao som de Michael Jackson, a Madonna dos anos 80, a bobeira dos Menudos, muito Abba, Bonie M, o som curtido pelos meus pais.
Depois, fui esquecendo(não apagando) estas referências musicais, pois começava a ter o gosto próprio. Estas e outras referencias gerais como nomes de destaques na política mundial, moda, tv e cinema passaram e ficar guardadas no meu baú inconsciente.
Quando Yasser Araft morreu, me senti meio estranha. Estava acostumada a vê-lo nas manchetes, estudar sua causa na escola. O Saddan foi enforcado e fechou sua história de uma maneira que eu nunca imaginaria; sempre ouvi falar dele como o anticristo, que poderia acabar com o mundo, lançando bombas nucleares por todos os cantos. Acabou preso, humilhado, muito diferente do pregado poder unipotente.
Muitos artistas brasileiros morreram: Tim Maia, Cássia Eller, Ronald Golias, Derci, a polêmica de Clodovil - e percebi, entre outros, que minhas referências estão morrendo.
Não é uma sensação muito boa.
Nesta última semana, depois que o coração do rei do pop parou, seguiu-se uma série de reportagens que mostravam pessoas de todo o mundo(de todo o mundo mesmo!)abaladas, perdidas. Com todo este"auê", passei a ler mais sobre a história, acompanhar as notícias e ver novamente os vídeos famosos da minha infância. Não gosto da idéia do astro sozinho, infeliz, perdido...Mesmo porque isso não me compete.
Mas me peguei pensando em como redescobri Michael Jackson tarde demais. Vendo Smooth Criminal no Youtube, me dei conta da criatividade, da produção, levando-se em conta a época em que foi feita, o enredo, além da já conhecida performance coreográfica.
Dane-se a vida particular. Ele era o cara desde cedo. "O carinha".
Não dá pra não sentir aquele aperto, quando se vê nas séries especiais aquele menino de 5 anos dançando frenéticamente junto ao antigo grupo. Disso ao seu final, é outra história que segue dentro dos parâmetros morais, sentimentais e universais que cercam a vida de cada indivíduo, frente aos demais.
Morreu um talento que, duvido aparecer outro de mesma qualidade.
Morreu mais uma de minhas referências.
LUTO.
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